martes, 26 de octubre de 2010

Aniversário de 15 anos, a ceremônia


Dezembro 2010

A cerimônia do Aniversario de 15 anos da menina, foi a mesma noite do churrasco.
Kenji me perguntou se eu ia levar a minha câmera, eu falei que não, porque o céu estava cinza e ameaçava com chover. No último minuto, antes de sair da casa do Pagode, mudei de opinião.
Chegamos no local. A cerimônia começou sem pormenores, os meninos mais pequeninihos jogavam flores no chão e as damas entravam com os pajens.



Quando o Pastor estava predicando, uma chuva fortissima caiu e tudo mundo começou correr a procurar refúgio. A chuva caiu por volta de uma hora, e a água corria como se fosse um rio.
O Kenji me disse que teria que ter levado a câmera, que tivera gostado tirar fotos das pessoas fugindo da chuva. Eu me senti culpável por ter levado a minha.



As pessoas tiveram que subir nas cadeiras para não molhar os pés. Um grupo de pessoas correu até o bolo, um grão bolo, e se deram jeito de colocá-lo dentro da casa. Entre o grupo de pessoas que correu estava a aniversariante, pois lógicamente sem bolo não há festa.
Tudo mundo gritava e ria, foi engraçado demais.



Quando a chuva passou um pouco, tudo mundo foi adentro da casa, onde o Pastor terminou de predicar, enquanto a mãe e as tias da aniversariante cortavam o bolo.



Era interessante. Eu ia percebindo que as pessoas lá eram muito timidas. Algumas escondiam o rosto quando apontava elas com a lente da câmera, outras ficavam rindo e fugiam.
O Pastor se aproximou, conversou comigo, e me disse que estava muito feliz de me conhecer, porque o pai dele era boliviano como eu.

Houve outra coisa que chamou a minha atenção. Achei interessante como as pessoas dançavam. Dançavam coreografias estranhas para mim. Todos dançavam do mesmo jeito.



No final, a chuva passou e tudo voltou à normalidade.



A pessar de que houve quem falou que a festa foi estragada pela chuva, eu achei lindo demais. Uma bela lembrança para nós, visitantes, mas, muito mais linda ainda para a aniversariante: como esqueçer a festa de 15 anos, onde uma chuva fez tudo mundo ficar mais proximo um do outro.
Voltamos em casa todos molhados e com os pés cheios de barro.

Até outra oportunidade!
Gracias!
Gustavo Zelaya

lunes, 18 de octubre de 2010

O primeiro churrasco e TainaraTerena

Dezembro, 2009


Tainara, Joãozinho, Tauã

Edison me disse que para final do ano, a majoria do povo que sai da aldeia a estudar ou trabalhar às grandes cidades, como Aquidauana, ou Campo Grande, volta para celebrar e fazer festas aproveitando precisamente que a aldeia fica cheia.
No dia seguinte, fomos conhecer mais amigos do Cacique.
Edison levou Kenji, Elvis -o rikibatsa-, e eu num almoço. Era um aniversario de 15 anos duma menina, e ela tinha convidado a gente ao churrasco que estavam dando os parentes dela.



Era muito interessante. A tarde era cinza, o ceu ameaçava com largar uma chuva. O local que era ao ar livre, num quintal, estava lotado. A gente foi presentada com os familiares da aniversariante, que estavam preparando o assadinho no fundo do quintal.


Avó e Tio da aniversariante

Tinham uns facões grandes, que davam medo, com eles cortavam sem esforço as carnes que estavam na churrasqueira.
Comimos até. A carne era muito, muito boa mesmo.
Lembro aquele dia, porque conheci a Joãozinho Terena e os filhos dele: Tauã, Yara, e Tainara.


Foto cortesia Noticias Uol

Tainara foi Miss Mato Grosso do Sul o ano 2008, e participou do Miss Brasil.
Uma pessoa muito legal.


Os amigos e a aniversariante.

A gente ficou até que a carne no assador acabou. Voltamos em casa a descanasar, e a nos arrumar para assistir a ceremônia, a festa de 15 anos, com bolo, vestido, pajes, padrinos e amigos.

Até mais!

Gustavo Zelaya

martes, 12 de octubre de 2010

RUMO À ALDEIA

26 de Dezembro, 2009



O dia 26 de Dezembro, saimos cedo rumo às 7 aldeias Terena, entre as Quais destacam Ipegui e Bananal, a uns 200 km de Campo Greande, perto de Aquidauana.
O motivo da viagem era para passar o ano novo lá.
Aquele dia, bem mais cedo, chegou em casa Elvis, menino de 18 anos da tribu Rikibatsa, do Mato Grosso, para ir junto com a gente à aldeia.



Paramos perto da casa do Cacique para encher os pneus, e fomos para o centro da cidade a pegar o Kenji, fotógrafo japonês que viajaria conosco durante essas quase duas semanas que a gente ficaria nas aldeias.
Elvis e Kenji, seriam os meus companheros inseparaveis de viagem.

A viagem foi um pouco pessada. Tipo 2 horas da tarde, chegamos no Bananal, aldeia onde mora o irmão do Cacique, que tem o apelhido de Pagode.
Assim chegamos, o Pagode nos olhou com severidade, e começou a falar em Terena com o Cacique Edison.
Elvis, Kenji e eu ficamos sem dizer nada. Edison nos presentou, e logo almoçamos e bebimos agua.

Pagode

Sem tempo para o descanso, a gente foi no Ipegui, aldeia que fica a um kilometro do Bananal, para assistir um jogo de fútebol, já que estava tendo um torneio local.
Logo depois, com o passar dos dias, percebi que o fútebol era uma das majores atrações do lugar, e a mais praticada pelos moradores indigenas.

Kenji

Após ter finalizado a partida, o Cacique levou nós 3 (Kenji, Elvis e eu), ao ponto de transmissão de rádio, e depois de presentarnos com o locutor, fez a gente falar pelo rádio, cumprimentando assim as 7 aldeias Terenas!

Voltamos no Bananal, onde estavam tendo outro jogo de fútebol. Ficamos assistindo, e tirando fotos do povo.
Houve um pôr do sol muito bonito, voltamos a pé na casa do Pagode, e ficamos conversando e tomando Tereré, herva mate com agua fria, até tarde.



Após o jantar, arrumamos os colchões, e depois que o Pagode deu fim com um formigueiro que havia na parede, ameaçando a nossa paz, fomos dormir, com muita expectativa do que iria acontecer nos dias seguintes.



Até mais!

Gustavo Zelaya

martes, 21 de septiembre de 2010

NATAL: O PORCO

Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Aldéia Urbana Terena 'Agua Bonita'
Brasil, 25 de Dezembro de 2009



Acordei cedo. Saí, com a câmera na mão, pro quintal.
A manhã era tranquila. Era quase 10:00 horas, e todo mundo continuava dormindo em casa do Cacique.
Aproveitei a tranquilidade para tirar algumas fotos, e para pensar no cotidiano.

Um conhecido passou pela frente da casa e me cumprimentou. Ele estava acompanhado por um senhor de barba branca. Ambos ficaram conversando, e se aproximaram. O homem de barba branca se presentou como o senhor Egídio.
Egídio me disse que ele tinha conhecido Bolívia, e também que tinha conversado com o Evo, presidente do meu país.

Egídio Brunetto faz parte do Movimento dos Trabalhadores sem Terra da América Latina.
Após a conversa, convidou-me para almoçar em casa dos amigos dele. Estavam fazendo um churrasco, comemorando o aniversário duma criança.
A verdade, eu tinha ficado com vontade de beber vinho desde a noite passada, assim que como já quase era meio dia, e ainda todos estavam dormindo, aprontei minha Canon com uma lente 28-70 mm e foi apenas andar em volta a casa do Cacique, para achar os vizinhos que já estavam aprontando o que iria ser uma grão festa.


Os donos de casa, e Egídio, de boné preto...

Cheguei e procurei o Egídio, (de boné preto, na foto acima), que veio a me-receber e presentar à familia. Ele disse-me que estavam celebrando o primeiro aniversário do filho dum amigo dele.
Me levou até a churrasqueira onde estava o pessoal mais animado, os mais novos bebendo cerveja.


Rogério (amarelo) e os amigos brasileiros

Havía muita carne pronta na mesa, eles me mandaram pegar um garfo e comer a vontade. Me deram um copo com cerveja, e um deles, apontando para a churrasqueira me disse: Você já tirou foto do nosso convidado especial?

Eu não tinha visto jamáis algo tão lindo, tão raro, tão bizarro, tão legal.


A cabeça de um dos dois porcos que os meus amigos assaram aquele dia...

Acima da churrasqueira,um porco assado me olhava (foto do encabeçado), . Tipo assim, como esses de desenho. Meio sorridente, meio macabro.

Aliás, eram dois porcos inteiros, mas um deles já quase havia sido comido.


O porco esticadinho, pronto para ser devorado pela faminta turma...

Uma mão amiga encheu meu copo com cerveja.
Foi uma bela festa.

Percebi com muito interés que entre os convidados haviam várias freiras.
Não beberam cerveja, lógicamente. Fui conversar com elas e fiquei surpreso: uma delas era colombiana, e a outra era do Ecuador.
A conversa começou em portugués. Logo que ficamos sabendo as nossas nacionalidades, conversamos em espanhol, mas, não sei porque, acabamos conversando em português.


'Las hermanas', as freiras colombianas e ecuatorianas...

A primeira caixa de cerveja acabou. Trouxeram mais.
Aqueles amigos me contaram que a noite passada ficaram acordados, comendo e bebendo.
Conversamos sobre fútebol, costumens dos nossos paises. Conversamos sobre mulheres e sobre cervejas. Os garotos enchiam meu copo, faziam piadas, me pediam que tirasse fotos das meninas que estavam na festa. Elas ficavam tímidas e fugiam da onipotência da minha lente.


Logo, logo, os meninos trouxeram mais uma caixa de cerveja geladinha...


Apareceu o aniversariante, um menino bonitinho, de um ano de idade. Com ele apareceram os balões, o bolo e mais convidados.


Aquela menina era gente boa e muito timida...

Tiramos uma foto familiar. Eram quase 40 pessoas, ou mais.
Cantamos o parabéns pra você, comimos bolo. E a carne da churrasqueira... a falta de quem quisesse comé-la, os homens famintos do fundo dimos fim com ela.


Satisfeitos...

Os convivas foram indo embora. Em menos de meia hora o local estava quase deserto.
Mas eu não queria ir embora. Não porque tenha estado bêbado, ou porque tivera fome ainda.
Achei legal aquele Natal com tantas pessoas, dois porcos assados, meninas timidas e cerveja fria.
Achei legal ter conhecido o Egídio, e todas aquelas pessoas, também. Achei legal me ver, sendo um completo desconhecido, compartilhando um Natal com 40 pessoas que eu também não conhecia.


O autor (vermelho), Rogério (amarelo), e os familiares dele

Conversando -eu com meu portugês muito ruim, mas mesmo assim-, em outra língua, que não era a minha.
Rindo com outras piadas. Olhando para outras meninas.

Interessante que um dia antes estava vivendo outra realidade naquela mesma aldeia. O Papai Noel magro e de bom coração.
Natal é assim mesmo. Une e reúne as pessoas. As famílias, os amigos. Os desconhecidos como eu, com novos amigos. Com pessoas simples e felizes.

Achei prudente continuar em outro lugar o meu solilóquio, me despedi. E pensando em aquelas questões, rodeei a casa, e voltei para a solidão do meu quarto.


A família inteira!!!

Gracias Egídio, Rogério e amigos!

Gustavo Zelaya
Fotógrafo

Dezembro 25, 2009

lunes, 13 de septiembre de 2010

NATAL: À NOITE

NATAL, 24 DE DEZEMBRO À NOITE


Hola hola, pessoal, tudo bem? Depois de uma semana e pouco, de asuência, volto para contar-lhes as historias que aconteceram na Agua Bonita, aldeia indígena urbana em Campo Grande.

Após olhar a árvore coração, voltei pra casa, e fiquei deitado assistindo tevê, uma coisa práticamente improdutiva, já que não gosto de tevê e odeio aqueles especiais de natal, falsos e nojentos.
Eu ia achar, acasso, graça alguma vendo a Xuxa fazendo show, enquanto aqui fora os meninos estão esperando o retorno dum Papai Noel magro que fez eles sentir aquele espiritu de Natal?

O Cacique chegou da rua, e falou para a gente assistir a Paixão de Cristo, de Mel Gibson. Eu não tinha assistido, talvez por temor, já que sempre me falaram que era muito sangrenta.
Mesmo assim começamos assistir o filme. Foi bom, mas tivemos que parar porque tinhamos que acender a churrasqueira e preparar a carne: frango, linguiça, e bifes.

Muitas pessoas vieram à casa do Cacique Edison: parentes, amigos, conhecidos, e algum desconhecido, como era eu naquele então, para tuda a família dele.
Mas eu fiquei pensando no filme, é forte.
Fiquei pensando também que seria o meu primeiro natal fora de casa, longe da família.

Mas estava tranquilo. Falei para Edison que eu queria comprar uma garrafa de vinho pra fazer um brindi. Ele me falou que tuda a família dele era evangélica, assim que não bebiam álcool.

Antes da hora da janta, a gente rezou e eu rezei ao meu jeito. Era meia noite, e comimos bem.



Após o jantar, vi me rodeado de 3 mulheres Terena, que foram convidadas pela Xiomara, irmã do Cacique.

Senti-me confundido, elas tinham muita semelhanza umas com outras. Pareciam ser irmãs, mas eram amigas apenas.
Fui convidado por elas a fazer-lhes companhia. Tenho que admitir que fiquei nervoso, lógicamente elas não eram mulheres amazônicas, eram mulheres Terena, mas eu sentia que havia sido preso, como naquelas velhas historias de homens capturados pelas valentes e bravas mulheres da amazônia.



É bom deixar claro que só fiquei nervoso. Logo reflecti sobre o meu ignorante jeito de pensar, elas eram umas boas pessoas, e ficamos conversando e rindo até a uma e meia horas da manhã.

Pediram para tirar foto junto, e após a sessão, já que era tarde, fui descansar ao meu cuarto.



Deitado no chão, achei que possivelmente a árvore coração era um sinal. Mas eu não me sentia preparado essa noite, para ficar apaxionado.
Aliás, 5 meses depois, comprovaria mais uma vez essa teoria, mas essa é farinha dum outro costal.

Achei então, sem duvida, que aquela árvore, referia se ao grão coração que tem o povo brasileiro. Não estava errado. Aquela noite de natal foi muito bonita, e apessar das saudades pela minha família, já que não tinha me comunicado aquele dia, dormí tranquilo, feliz de passar o meu primeiro natal, nas distantes, calurosas e lindas terras do Brasil.



Até a próxima!

Gustavo Zelaya


Campo Grande, MS. 24 de Dezembro, 2009.

jueves, 2 de septiembre de 2010

NATAL, TERCEIRA PARTE: TARDE, NOITE E O PORCO

TARDE: ÁRVORE CORAÇÃO



Aquela tarde do dia 24, véspera de natal, e como já se fez costumem pra mim com o passar dos dias na Agua Bonita, fiquei atirado na cadeirona que tinham pra olhar o paisagem, aí, no quintal do Cacique.

Era bão exercício de observação. Notei por exemplo que as famílias tem muito parecido entre os que a conformam: filhas com mães, filhos com pais. Pais com filhas e mães com filhos. Particularmente houve um detalhe que chamou muito a minha atenção: O jeito similar demais ao andar.



Você poderia ter reconhecido quem era parente, apenas pelo jeito de andar.




Além de ver alguma menina interesante que chamou a minha atenção, ou as cunhadas do meu amigo, aquela tarde não houve, no lapso das quatro horas até as dezoito, novidade alguma.


Tipo dezoito horas, me levanto, com dor nas costas pela cadeirona, e vou à porta do quintal, que comunica a rua com a casa. Olho pra a minha direita, e vejo uma extranha figura acima do tronco duma árvore.
Me aperto um pouco, e câmera em mão, vou percebendo que tem forma dum coração.
Mas daqueles corações de desenho.

Pensei então: é uma sinal do caminho? conhecerei o amor, nestas terras distantes?
distantes do meu berço, da minha terra natal?

Aquela noite pensei no asunto, e chguei à conclussão de que poderia ser possivel.
Mas não essa noite. Não.

Misteriosa árvore. Os meninos, jovens, que tal vez gostam de botar nomes a tudas as coisas me disseram: Você já viu a Árvore Coração?



Talvez foi a forma do folhagem daquela Árvore exquisita. Talvez foi o local, semideserto, semi sumido na pobreza. Tal vez foi a riqueza daquele povo que mora lá, o q deu sentido a esse coração: povo de coração grande.
Ou tal vez, estou sendo poético demais nas minhas apreciações e o q realmente me levou a tirar aquela foto, foi a gamma de cores da tarde.

Até mais!

Gustavo Zelaya

Dezembro 24, Agua Bonita, Campo Grande, MS, Brasil.

lunes, 30 de agosto de 2010

Véspera de Natal 2

Dezembro, 2009



Olhando e procurando, achei, a Deus gracias estas fotos q pensava tinham-se perdido, ou apagado do computador por erro. São fotos que o Cacique Edison e eu tiramos.
Achei grande o contéudo dessa pasta. Achei grande a intuição do meu amigo para tirar as fotos. O olho dele. O que ele queria mostrar.
Depois, eu peguei a cámera, e comecei tirar fotos por aqui e por lá. Após tanta foto tirada, sempre tem alguma coisa interesante que ver na telinha da câmera...

Resgato, mais uma vez, o respeto profundo que me inspira aquele Papai Noel magro.
Uma pessoa idosa, à qual não vi -e possivelmente-, não verei nem conhecerei o rosto jamás. Assim eu gostaria de vê-lo novamente.

Porqué tanto pessimismo? Não é pessimismo. Tem pessoas nesta vida as quais você apenas vê uma vez.

Natal, entrega de presentes. Por um lado, nalgum lado da cidade, presentes caros. Por outro lado, esmolas.
Isto acontece em tudo lugar. Fazer uma comparação fotográfica?: NÃO.

Não tenho o menor interés por saber como os ricos celebram o seu natal, com seus presentes chiques, e com os seus sorrisos de propaganda de tv.



Prefiro ficar com os sorrisos destes meninos que alguns deles nem pegaram brinquedo, mas, que ficavam com umas balinhas na mão.

Prefiro ficar com o meu amigo Cacique repartindo mandiocas e cebolas, alimentos -por certo- doados pela Mesa Brasil, rede contra a fome e desperdício.

Prefiro ficar com os sorrisos destas pessoas simples, que devem ter outro sentido de natal.



Fico com o Papai Noel magro que se converte em um tipo de Robin Hood. Levando aos pobres o q o rico não lhes dá.

O Cacique Dionedison foi quem tirou essa bela foto do encabeçado do post.

São bastantes fotos boas, e não dá para jogar tudas no post. Mas sim dá para jogar tudas elas nos albuns do Picassa, que estou testando, aí, na direita da tela verão umas diapositivas. Para vê-las em tela grande, é so vcs fizerem click nas diapositivas.



Um grande abraço para vocês, obrigado pelas suas visitas.

Gustavo Zelaya

Até a proxima!