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lunes, 30 de agosto de 2010

Véspera de Natal 2

Dezembro, 2009



Olhando e procurando, achei, a Deus gracias estas fotos q pensava tinham-se perdido, ou apagado do computador por erro. São fotos que o Cacique Edison e eu tiramos.
Achei grande o contéudo dessa pasta. Achei grande a intuição do meu amigo para tirar as fotos. O olho dele. O que ele queria mostrar.
Depois, eu peguei a cámera, e comecei tirar fotos por aqui e por lá. Após tanta foto tirada, sempre tem alguma coisa interesante que ver na telinha da câmera...

Resgato, mais uma vez, o respeto profundo que me inspira aquele Papai Noel magro.
Uma pessoa idosa, à qual não vi -e possivelmente-, não verei nem conhecerei o rosto jamás. Assim eu gostaria de vê-lo novamente.

Porqué tanto pessimismo? Não é pessimismo. Tem pessoas nesta vida as quais você apenas vê uma vez.

Natal, entrega de presentes. Por um lado, nalgum lado da cidade, presentes caros. Por outro lado, esmolas.
Isto acontece em tudo lugar. Fazer uma comparação fotográfica?: NÃO.

Não tenho o menor interés por saber como os ricos celebram o seu natal, com seus presentes chiques, e com os seus sorrisos de propaganda de tv.



Prefiro ficar com os sorrisos destes meninos que alguns deles nem pegaram brinquedo, mas, que ficavam com umas balinhas na mão.

Prefiro ficar com o meu amigo Cacique repartindo mandiocas e cebolas, alimentos -por certo- doados pela Mesa Brasil, rede contra a fome e desperdício.

Prefiro ficar com os sorrisos destas pessoas simples, que devem ter outro sentido de natal.



Fico com o Papai Noel magro que se converte em um tipo de Robin Hood. Levando aos pobres o q o rico não lhes dá.

O Cacique Dionedison foi quem tirou essa bela foto do encabeçado do post.

São bastantes fotos boas, e não dá para jogar tudas no post. Mas sim dá para jogar tudas elas nos albuns do Picassa, que estou testando, aí, na direita da tela verão umas diapositivas. Para vê-las em tela grande, é so vcs fizerem click nas diapositivas.



Um grande abraço para vocês, obrigado pelas suas visitas.

Gustavo Zelaya

Até a proxima!

domingo, 22 de agosto de 2010

VÉSPERA DE NATAL

CAMPO GRANDE - AGUA BONITA: DEZEMBRO, 2009



Uma semana depois da minha chegada no Brasil, começaram os preparativos para Natal.
A pessar de que eles estavam fazendo uma labor muito nobre, não pude evitar sorrir ao ver, no meio daquele calor bárbaro do verão um Papai Noel magro.
Mas, mesmo assim, senti respeto por aquelas pessoas quando vi os meninos do lugar, empolgados demais, sua inocência, e por primeira vez, tive o meu primeiro encontro com a pobreza no Brasil.
Senti-me atingido pela angustia e impotência ao ver entre 90 ou 100 crianças, fazendo larga fila para pegar um copo de refrigerante, um sandwich, e algumas balinhas.



Alguns pediam, e comiam logo, para depois correr no final da fila de novo.
Tinham meninos altos e mais fortes, que pegavam a comida dos menores que ficavam chorando.
Após que a comida e as balinhas acabaram, eles fizeram outra fila para pegar brinquedos.

Emocionei-me muito ao ver a felicidade nos rostos deles: com um carrinho, uma bola de plástico, ou uma simples boneca ficavam correndo dum lado para outro.



Entrei no meu quarto, e não pude evitar entristecer-me, já que a pessar de ser dois paises diferentes, a pobreza, a fome e a desigualdade económica, simplesmente são iguais.
Finalmente acabaram os brinquedos, a comida e o refrigerante; o Papai Noel, saiu às pressas do lugar.



Tirei uma foto dele, e senti um profundo respeto por essa pessoa, fantasiada, que veio uma tarde, a trazer um sorriso àqueles meninos da Agua Bonita.


Até a próxima

Gustavo Zelaya



CAMPO GRANDE, AGUA BONITA - DICIEMBRE 2009

Una semana después de mi llegada al Brasil, comenzaron los preparativos para Navidad.
A pesar de que ellos estaban haciendo una labor muy noble, no pude evitar sonreir al ver, en medio de aquel calor bárbaro del verano, un Papá Noel flaco.
Pero, de todos modos, senti respeto por aquellas personas cuando ví a los niños del lugar, animadísimos, su inocencia, y por primera vez, tuve mi primer encuentro con la pobreza en el Brasil.

Me sentí angustiado al ver entre 90 o 100 niños, haciendo larga fila para ganarse um vaso de refresco, um sandwich, y algunos dulces.
Algunos pedian, y comían rápido, para después correr al final de la fila nuevamente. Habían chicos más altos y fuertes, que les quitaban la comida a los más pequeños, que se quedaban llorando.
Luego que la comida y los dulces se acabaron, hicieron otra fila para recoger juguetes.
Me emocioné mucho al ver la felicidad en sus rostros: con un carrito, una pelota de goma, o una muñeca, andaban corriendo de aquí para allá.

Entré a mi cuarto, y no pude evitar entristecerme, ya que a pesar de ser dos paises diferentes, la pobreza, el hambre y la desigualdad económica, simplesmente son iguales.
Finalmente se acabaran los juguetes, el refresco y la comida; el Papá Noel flaco salió con prisa del lugar.
Le saqué una foto, y sentí un profundo respeto por esa persona disfrazada, que vino una tarde a traerles una sonrisa a aquellos niños de Agua Bonita.

dezembro 2009