Visitas del mundo entero!

domingo, 13 de mayo de 2012

MACARRÕES NO ALMOÇO PARTE 2

Fotografias de arquivo, Dezembro 2009

 E ae galera. Tudo bom?

Continuando com os relatos das viagens, dessa vez nas aldéias Terena: Bananal e Ipegue, em Mato Grosso do Sul (MS-Brasil).

Na anterior postagem, eu contei como foi o almoço na casa da menina aniversariante, como os familiares nos receberam com muito carinho, e nos convidaram macarrões no almoço. Logo após do almoço, ficamos descansando e conversando lá em casa da menina.
Quando o Kenji falou para irmos embora, vi o pae do Pagode, o Pagode, e o sobrinho dele, sentados à sombra duma árvore.
 As semelhanças entre eles eram muito grandes. Eu pedi para tirar uma foto.



O sobrinho, o pai do Pagode, e o Pagode 


De volta à casa, pendurando duma árvore, vi um cajú grande, mas muito grande mesmo. Eu tinha visto cajú antes, mas nunca desse tamanho.


O cajú era grande, mas muito grande mesmo 
 

A gente ficou discutindo se seria bom tirá-lo da árvore, porque se veia muito bonito lá. Mas depois achamos que era melhor tirá-lo porque os passarinhos comem ele e fica estragado para se comer.


Duas crianças iam na parte de trás duma bicicleta. O pai delas, ia na frente.




  Continuamos o caminho de volta à casa. Esse dia vi muitas cenas lindas. Quando estavamos chegando à esquina da casa do Pagode, presenciei uma cena muito interssante e que comprovou a minha teoria, que as pessoas da aldéia eram muito timidas, e isso era um rasgo cultural que vinha desde a infância. Duas crianças iam na parte de trás duma bicicleta. O pai delas, ia na frente. Eu achei ali uma cena muito linda para ser fotografiada.
 

Quando levei a câmera à cara, imediatamente, e juntas, as duas crianças sorriram e abaixaram a mirada.


Incrível! Finalmente lá em casa, ia receber uma bemvinda fotográfica muito bonita. A Seila, filhinha do pagode, estava deitada na rede, sorrindo feliz ao nos ver chegar.


Tirei a foto, e ela fugiu. Aproveiteti que a rede ficou vazia, e deitei para descansar.


Até a próxima!!! Abraço
 Gustavo Zealya


domingo, 8 de abril de 2012

Macarrões no Almoço

Fotografias de Arquivo
Janeiro 2010

Boa noite!

Já nos últimos días que a gente permaneceu na aldéia, fomos convidados para almoçar na casa duma moça.


Como fotografos, eramos uma novidade, e as pessoas que iam fazer alguma festa, nos convidavam para 'negociar' o preço de nos tirarmos fotos de esses eventos.


Quando digo 'negociar', estou-me referindo a que essas pessoas nos convidavam a churrascos, preparavam almoço para nós e tratavam-nos com muita atenção. Tudo isto para nos cobrarmos um preço acessível. O que no final acontecía é que nós não cobravamos nada, e tiravamos fotos dos eventos dessas pessoas de muito bom agrado, felizes, e de graça.

Cobrar-lhes depois de tantas atenções tivera sido muito ruim.


Dessa vez, uma moça tinha a filhinha dela de aniversário. O Cacique Edison nos disse que ela tinha nos convidado para almoçarmos na casa dela, assim que fomos lá.



Foi muito bonito, chegamos, e trataram-nos com muita atenção, nos convidaram muito refrigerante, e um delicioso macarrão com carne de churrasco.
E dos churrascos nas aldéias Terenas.
A senhora pediu para tirarmos fotos do aniversário da filha dela à noite, e logicamente aceitamos.
A mãe e a aniversariante

Era interessante ver a presencia da bicicleta nas aldeias Terena. Em toda casa que eu ia, todo lugar que eu visitava, sempre tinha a presencia de uma roda, uma bicicleta, ou algum accessorio desse instrumento de locomoção.




Os meninos brincavam, e logo depois de termos acabado o almoço, voltamos para casa, achando num pé de Cajá uma amostra muito bela desse fruto.

Os meninos brincavam...


Até mais!!!
Gustavo Zelaya

martes, 14 de febrero de 2012

Partida de Fútebol Feminino

Fotos de Arquivo, Janeiro 2010
Aldéia Terena 'Bananal', Mato Grosso do Sul, Brasil



Boa tarde pessoal!
Paralelamente ao tornéio de fútebol de homens, tinha esse particular torneio feminino. Digo particular, porque os jogos eram muito bons.
As jogadoras de cada time, eram ótimas!.

Na Bolivia não tenho visto partidas de fútebol feminino, porém, fiquei mais surpreso ainda.

Hoje queria compartilhar com vocês essas fotos aqui, para vocês conhecerem um pouco do fútebol feminino das Aldéias Terena, um grande abraço!!!









Raquel, a jogadora estrela do time azul


Até mais!!
Saludos!!!

miércoles, 8 de febrero de 2012

Na fazenda da Shirley

Poucos dias antes do tornéio de futebol da aldéia Bananal terminar, Raquel, apareceu na casa do Pagode a me procurar.

Shirley e Raquel

Ela queria conversar comigo, para saber quanto eu iria cobrar por tirar umas fotos da irmã dela, Shirley.
Shirley

Eu lhe disse que seria bom falar com a irmã dela pessoalmente, e juntos fomos lá no campo de futebol, aonde a Shirley estava se aprontando para jogar uma partida de futebol feminino.


Uma vez lá, conversei com ela, era uma mulher muito linda, morena, de olhos muito belos.
Ela me perguntou quanto iria cobrar por tirar umas fotos dos filhos dela. Eu lhe disse que só ia cobrar 25 reais.
Ela me pediu para eu tirar as fotos por 20. Aceitei.
Logo me disse: amanhã vai lá na fazenda, é saindo da aldéia, você vira para a primeira rua à direita.
Cedo, no dia seguinte, peguei emprestada a bike sem freios do Pagode, e após perguntar para ele aonde ficava a fazenda da Shirley, fui lá, a toda velocidade.


Os meninos da Shirley




Foi lindo compartir com ela e com os meninos.

Abraço! até mais!

miércoles, 21 de diciembre de 2011

A Tora

Fotografias de Arquivo
Janeiro 2010
Aldéia Indigena Terena 'Bananal'
Mato Grosso do Sul, Brasil

LAMENTÁVELMENTE KENJI PEDIU PARA REMOVER AS FOTOS DELE.
PEÇO DESCULPAS AOS LEITORES E VISTANTES DO BLOG POR ESSA SITUAÇÃO.


Pagode, carregando a Tora


Um dia daqueles, na aldéia Bananal, ficamos
à porta da casa do Pagode, conversando sobre os Jogos Indígenas.
Após uns mintutos de conversa, Pagode foi bem na frente da cerca da casa, e colocando a mão em cima dum caule jogado no chão disse:
Uma das provas dos jogos indigenas consiste em carregar a Tora e correr 50 metros, de ida e volta.
Era um pedaço de caule muito grande!

E Pagode, quase sem esforço...

.


...carregou a tora no ombro dele!...

E parecia muito pessado.
Pagode, pareceu adivinhar meus pensamentos, e quase sem esforço, carregou a Tora no ombro dele!.

Era minha vez. Tentei sim, mas sabia q era pessado demais pra mim, além disso, eu padeço de dores na parte baixa da coluna e isso ia a estragar muito mais meu magoado corpo.

Tentei e nem a levantei 40 cm do chão. Nem Pagode nem o Kenji insistiram. Sabiam que não adiantava insistir... e eu, também não pedi pra tentar outra vez

Não é fácil carregar nas costas um caule de 60kg!!!

Boas lembranças!.
Até mais!!!

Gustavo Zelaya
Fotografo Bolivia

miércoles, 5 de octubre de 2011

Resumo e Terceira parte: Casamento na Aldéia Terena

Fotos de Arquivo,Janeiro 2010


O buquê

Brasil. Aldéia Terena 'Bananal'. Mato Grosso do Sul.
Voltamos, gente.
Vamos continuar com o Casamento.
Muitas meninas de outras aldéias foram para o casamento. Meninas alegres e emocionadas pelo fato da amiga se-casar.


Meninas alegres pelo fato da amiga se-casar.

Quando seria a vez delas se casarem.... podia se ver a ilusão no rosto delas.


A ilusão no rosto delas: queriam pegar o buquê...

Este observação se fez evidente o momento da novia lançar o buquê.

A mulherada ficou na espetativa.

E na hora, quase deu briga, as meninas se jogaram no chão, embora molhado.
Finalmente, Dalva, gente boa e amiga minha ficou com o ramo.


Dalva ficou com o embrulho

Após tudo ter-se acalmado, as pessoas foram desocupando o local.
Kenji e eu fomos chamados para dentro da casa, para tirarmos fotos do bolo e da
senhora encarregada de fazé-lo.


O belo bolo que a moça fez...

Grande foi nossa surpresa ao perceber que os bolos mais bonitos apenas eram réplicas de papelão!


O bolo era de papelão, percebi isso quando passei o dedo para experimentar o creme...

Percebemos isso quando passei a ponta do dedo no creme para experimentar um pouquinho.

Mesmo assim o bolo real, que nos convidaram mais cedo, após a céia, era uma delícia.


Fotos de rigor com as meninas...

Tiramos as fotos de rigor, e fui pedido em casamento. Não aceitei, era novo e feliz!
E tudo era brincadeira.


Fui pedido em casamento, mas não aceitei. Era novo e feliz!


As pessoas aproveitaram que a chuva diminui para voltarem às aldéias delas.
Pegaram carona com o sempre bom caminhãozinho de alguém, e sumiram na escuridão da noite.


O caminhão, bendita máquina que levou os convivas para às aldéias deles.

Os noivos, já libertos das roupas protocolares, ficaram mais a vontade com as roupas cotidianas deles. Agradeceram nossa participação e acompanharam à porta, para nos despedir.

Como eu já tinha contado, a casa do Pagode, amigo nosso que estava hospedando a gente, ficava bem na frente da casa do casal q estreava votos matrimoniais.


A moça responsável do bolo junto aos recém casados.

Vestimos roupas secas e cansados após uma interessante jornada fotográfica, dormimos como natura manda.

Até a próxima com relatos dos últimos dias na aldéia!!!
Muchas gracias por su visita!



Gustavo Zelaya
Fotógrafo Profesional